Cooperativa fundada em 2017 registra crescimento de 40% em 2025, amplia presença em oito estados e reforça aposta em qualidade e eficiência no setor de energia
A COGECOM, primeira cooperativa de energia do Brasil, alcançou 432 MW em contratos e passou a se apresentar como a maior marca de geração distribuída do país. O resultado reforça o avanço da cooperativa em um mercado cada vez mais competitivo e em expansão.
Atualmente, a COGECOM é responsável por um consumo de 70 GWh por mês. Em 2025, a cooperativa consolidou crescimento de 40% e já projeta avanço próximo de 20% no primeiro semestre de 2026, mantendo uma sequência de seis anos consecutivos de expansão.
Segundo o gerente comercial Jean Rafael Fontes, o desempenho é resultado de uma atuação focada em consistência e planejamento. De acordo com ele, a cooperativa opera com base no excedente de energia produzido por usinas parceiras e compartilha os créditos dessa produção com os cooperados.
Esse modelo, conforme o executivo, tem contribuído para reduzir o valor das faturas de energia dos associados. Hoje, a COGECOM mantém presença em oito estados brasileiros, ampliando sua atuação no segmento de geração distribuída.
Crescimento e desafios no setor
Para Jean Rafael Fontes, o avanço de 40% registrado em 2025 representou um período de consolidação para a cooperativa. Mesmo com os números positivos, ele avalia que o setor ainda enfrenta obstáculos importantes para sustentar um crescimento mais equilibrado.
“O objetivo é reforçar essa liderança, não apenas em termos de tamanho, mas também em qualidade e excelência no atendimento”, afirmou o gerente comercial.
Relação com concessionárias pesa na expansão
Um dos principais pontos levantados pela COGECOM está na necessidade de evolução das concessionárias de energia. Segundo Fontes, o desenvolvimento operacional dessas empresas é fundamental para que a geração distribuída avance com mais eficiência e escala no Brasil.
De acordo com ele, à medida que o setor cresce, parte das concessionárias não acompanha esse ritmo na mesma velocidade, especialmente em tecnologia, processos e informatização. Na prática, isso pode criar entraves no dia a dia das operações.
Entre os exemplos positivos citados pelo executivo estão a COPEL, no Paraná, e a CELESC, em Santa Catarina. Na avaliação dele, as duas concessionárias têm contribuído de forma mais efetiva para processos que favorecem tanto o desempenho das empresas quanto o crescimento do mercado de geração distribuída.
Modelo cooperativo ganha espaço
Fundada em 2017, a COGECOM defende o cooperativismo como um diferencial no setor energético. A proposta da empresa é transformar o excedente de geração em economia para os cooperados, em um modelo que alia expansão comercial, presença regional e busca por maior eficiência operacional.
Com a nova marca de 432 MW em contratos, a cooperativa amplia sua relevância no setor e se posiciona em um momento decisivo para a geração distribuída no país, em meio à necessidade de modernização da infraestrutura e de maior integração com as concessionárias.
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Fonte: Informações para a imprensa da COGECOM, via Fran Press Comunicação Corporativa. Declarações de Jean Rafael Fontes enviadas no material de divulgação.