Acordo Mercosul-UE pode entrar em vigor ainda em 2026, diz


Vice-presidente destaca geração de empregos e investimentos com pacto internacional

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta sexta-feira (9) que o aguardado acordo comercial entre Mercosul e União Europeia poderá entrar em vigor ainda em 2026. A previsão otimista do governo brasileiro vem após o sinal verde provisório dado pelos embaixadores europeus, e Alckmin garantiu que a assinatura do pacto deve ocorrer “nos próximos dias”.

Para que entre em vigor, o acordo precisa ser ratificado pelos parlamentos da União Europeia e dos países do Mercosul — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Alckmin destacou, porém, que se o Congresso Nacional aprovar o texto no primeiro semestre, o Brasil já poderá começar a aplicar os termos do tratado independentemente dos demais países do bloco.

Brasil mira empregos e produtos mais baratos

Segundo Alckmin, o acordo abrirá portas para mais investimentos estrangeiros no país e será responsável pela geração de empregos em diversos setores. “A sociedade ganha com produtos mais baratos e de melhor qualidade”, pontuou. Ele também lembrou que cerca de 30% dos exportadores brasileiros já vendem para a Europa, movimentando mais de 9 mil empresas e empregando cerca de 3 milhões de pessoas.

Em 2025, a corrente comercial entre Brasil e União Europeia (exportações mais importações) chegou a US$ 100 bilhões. A indústria de transformação brasileira, sozinha, exportou US$ 23,6 bilhões ao bloco europeu, com crescimento de 5,4%.

Acordo fortalece o multilateralismo e a sustentabilidade

Além dos benefícios econômicos, o vice-presidente reforçou que o tratado representa um contraponto ao isolacionismo global. “O acordo mostra que é possível construir um caminho de comércio com regras, com abertura comercial e sustentabilidade”, disse, destacando também os compromissos ambientais que fazem parte do pacto.

União Europeia vê “decisão histórica”

Do lado europeu, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, celebrou o avanço da negociação, chamando a aprovação do acordo de “decisão histórica”. Segundo ela, o objetivo é criar crescimento, empregos e garantir os interesses dos consumidores e empresas dos 27 países do bloco europeu.

Próximos passos em ritmo acelerado

Com o apoio majoritário já declarado pelos membros da União Europeia, os olhares agora se voltam para os parlamentos nacionais. O governo brasileiro trabalha para acelerar a tramitação no Congresso, mirando um impacto direto ainda em 2026 — o que reforçaria o Brasil como ponte estratégica entre a América do Sul e o mercado europeu.


E você, o que pensa sobre esse acordo? Acredita que ele trará mesmo benefícios para o Brasil? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe essa notícia nas redes!

Fonte: Agência Brasil

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O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta sexta-feira (9) que o aguardado acordo comercial entre Mercosul e União Europeia poderá entrar em vigor ainda em 2026. A previsão otimista do governo brasileiro vem após o sinal verde provisório dado pelos embaixadores europeus, e Alckmin garantiu que a assinatura do pacto deve ocorrer “nos próximos dias”.

Para que entre em vigor, o acordo precisa ser ratificado pelos parlamentos da União Europeia e dos países do Mercosul — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Alckmin destacou, porém, que se o Congresso Nacional aprovar o texto no primeiro semestre, o Brasil já poderá começar a aplicar os termos do tratado independentemente dos demais países do bloco.

Brasil mira empregos e produtos mais baratos

Segundo Alckmin, o acordo abrirá portas para mais investimentos estrangeiros no país e será responsável pela geração de empregos em diversos setores. “A sociedade ganha com produtos mais baratos e de melhor qualidade”, pontuou. Ele também lembrou que cerca de 30% dos exportadores brasileiros já vendem para a Europa, movimentando mais de 9 mil empresas e empregando cerca de 3 milhões de pessoas.

Em 2025, a corrente comercial entre Brasil e União Europeia (exportações mais importações) chegou a US$ 100 bilhões. A indústria de transformação brasileira, sozinha, exportou US$ 23,6 bilhões ao bloco europeu, com crescimento de 5,4%.

Acordo fortalece o multilateralismo e a sustentabilidade

Além dos benefícios econômicos, o vice-presidente reforçou que o tratado representa um contraponto ao isolacionismo global. “O acordo mostra que é possível construir um caminho de comércio com regras, com abertura comercial e sustentabilidade”, disse, destacando também os compromissos ambientais que fazem parte do pacto.

União Europeia vê “decisão histórica”

Do lado europeu, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, celebrou o avanço da negociação, chamando a aprovação do acordo de “decisão histórica”. Segundo ela, o objetivo é criar crescimento, empregos e garantir os interesses dos consumidores e empresas dos 27 países do bloco europeu.

Próximos passos em ritmo acelerado

Com o apoio majoritário já declarado pelos membros da União Europeia, os olhares agora se voltam para os parlamentos nacionais. O governo brasileiro trabalha para acelerar a tramitação no Congresso, mirando um impacto direto ainda em 2026 — o que reforçaria o Brasil como ponte estratégica entre a América do Sul e o mercado europeu.


E você, o que pensa sobre esse acordo? Acredita que ele trará mesmo benefícios para o Brasil? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe essa notícia nas redes!

Fonte: Agência Brasil