Governo investe R$ 336 milhões no novo Contorno Sul de Curitiba

Obra histórica promete reduzir congestionamentos e tempo de viagem na RMC

A Região Metropolitana de Curitiba vai receber o maior investimento viário dos últimos 30 anos. O governador Carlos Massa Ratinho Junior autorizou nesta segunda-feira (18) o início das obras do novo Corredor Metropolitano de Curitiba, prolongamento da PR-423 que ligará Araucária à BR-116, na divisa com Fazenda Rio Grande.

Com 9,5 km de extensão, o novo eixo rodoviário terá duas pistas em concreto em cada sentido, ciclovias e sete obras de arte especiais, incluindo cinco viadutos, uma ponte e uma trincheira. O investimento é de R$ 336 milhões, via Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), e o prazo de conclusão é de 30 meses.

Segundo o governo, o corredor vai reduzir em até 40% o tráfego do atual Contorno Sul, por onde passam cerca de 70 mil veículos por dia. A expectativa é de que o tempo de deslocamento entre Curitiba e Fazenda Rio Grande seja encurtado em até 40 minutos, trazendo benefícios tanto para motoristas quanto para usuários do transporte coletivo.

“Essa obra vai encurtar distâncias e criar uma alternativa logística fundamental, ligando o Interior diretamente à BR-116 sem necessidade de passar por Curitiba”, afirmou Ratinho Junior. Já o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, destacou que o projeto vai aliviar o trânsito na região da Ceasa, um dos pontos mais críticos da RMC.

Além de melhorar a mobilidade, o novo corredor também deve atrair investimentos e indústrias para as cidades do entorno. Prefeitos de Curitiba, Araucária e Fazenda Rio Grande ressaltaram que a obra representa mais segurança, desenvolvimento e qualidade de vida para os moradores.

O projeto ainda prevê futuras ampliações, incluindo uma ligação com a BR-376, principal acesso entre Paraná e Santa Catarina. Enquanto isso, o atual Contorno Sul também receberá melhorias dentro do novo pacote de concessões rodoviárias do Estado, com duplicações, marginais, passarelas e ciclovias.

E agora?
As máquinas devem começar a trabalhar assim que a licença de operação for liberada. A promessa é que, em dois anos e meio, motoristas e passageiros já sintam os efeitos do “contorno do contorno”.

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Fonte: Governo do Paraná / Amep