Anvisa proíbe venda de 32 suplementos por condições insalubres

Produtos da Ervas Brasillis foram fabricados sem licença sanitária, aponta inspeção

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de 32 suplementos alimentares da empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais Ltda., após identificar falhas graves nas condições de fabricação. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (8).

A medida inclui a suspensão da comercialização, fabricação, importação e propaganda dos produtos, que estavam sendo produzidos em local sem licença sanitária e em ambiente insalubre, violando as boas práticas de higiene e fabricação exigidas por lei.

Entre os suplementos proibidos estão creatinas, colágenos, ômega 3, moringa, maca peruana, hibisco, cafeína com taurina, magnésio e até produtos com promessas afrodisíacas. As marcas afetadas incluem Turbo Black Vitamin, NB Nutrition, Natuforme, Nutrição Esportiva, Max Force e Vitacorpus.

Risco à saúde pública
A Anvisa justifica a decisão com base no potencial risco à saúde dos consumidores. A produção em locais irregulares e sem controle sanitário pode levar à contaminação dos produtos, colocando em perigo quem os consome.

A lista completa de itens vetados inclui:

  • Creatina Monohidratada (frutas vermelhas e laranja) – Turbo Black Vitamin
  • Colágeno Tipo II e Hidrolisado – Turbo Black Vitamin e NB Nutrition
  • Cafeína com Taurina – Turbo Black Vitamin
  • Moringa, Maca Peruana, Hibisco e Graviola – Ervas Brasil
  • Tadala Natural, Ômega 3, Magnésio – NB Nutrition
  • Energy Maca, Maca Preta, Max Vision – Turbo Black Vitamin
  • Lactoze (diversas marcas)
  • Ácido Hialurônico, K2 + D3, L-Arginina – diversas marcas
  • Ora-pro-nobis Premium – Vitacorpus
  • Todos os produtos da empresa Ervas Brasillis

Atenção, consumidores: Se você possui algum desses produtos em casa, a recomendação é suspender imediatamente o uso. A Anvisa orienta a população a denunciar estabelecimentos que ainda estejam vendendo os suplementos proibidos.

A Agência Brasil tentou contato com a empresa Ervas Brasillis, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para posicionamento.


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Fonte: Agência Brasil