Exame toxicológico é adiado para 1º de janeiro de 2016

motoristaA obrigatoriedade do exame toxicológico foi adiada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para 1º de janeiro de 2016. Instituído pela Lei dos Caminhoneiros de número 13.103, o teste prevê que motoristas nas categorias “C”, “D” e “E” realizem a verificação para detectar o uso de drogas.

A exigência estava prevista para ocorrer em 3 de junho, mas foi adiada pelo Contran e os laboratórios tiveram o credenciamento suspenso pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

“Os Detrans precisam da regulamentação porque devem executar a Lei. Muitos, como o Paraná, já estavam em processo de implantação e tiveram de suspender”, explica o presidente da Associação Nacional dos Detrans e diretor-geral do Departamento paranaense, Marcos Traad.

O exame é feito pelo fio de cabelo do motorista e pode analisar o consumo de drogas ilícitas, como maconha, cocaína e derivados, além do rebite, no período de 90 dias. Segundo o Denatran, o exame toxicológico custa em torno de R$ 270 a R$ 290 e deverá ser apresentado na renovação da CNH a cada cinco anos, ou na mudança de categoria.

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) se posicionou contra a exigência do exame. O argumento é baseado na imprecisão da verificação de determinar quando o consumo da droga ilícita ocorreu.

Texto: Detran-PR / Imagem ilustrativa

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