Com aumento de 30% nos pedidos por aplicativo, setor de alimentação fora do lar exige gestão tecnológica para manter eficiência e lucros
Mesmo com a permanência do home office, o hábito de pedir comida fora de casa não diminuiu entre os brasileiros — ao contrário, ganhou ainda mais força. Dados recentes apontam que os pedidos por delivery cresceram 30% no período pós-pandemia, enquanto os gastos com alimentação fora do lar atingiram um recorde de R$ 61,4 bilhões apenas no segundo trimestre de 2024.
O cenário reflete uma realidade consolidada: comer fora de casa ou pedir comida pronta tornou-se uma preferência pela praticidade. Segundo a última Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, 32,8% das despesas alimentares das famílias brasileiras já são destinadas a refeições prontas, consumidas fora do lar ou pedidas por aplicativos.
Com a rotina acelerada e a mobilidade urbana limitada, mesmo quem trabalha de casa não abre mão da conveniência de um restaurante próximo ou de um pedido via delivery. O iFood, por exemplo, revelou um salto de 60 milhões para 70 milhões de pedidos mensais desde a pandemia.
Para acompanhar essa demanda crescente e manter a qualidade dos serviços, bares, lanchonetes, restaurantes e similares precisam ir além da boa comida e do atendimento cordial. A gestão eficiente se tornou peça-chave para evitar perdas, controlar custos e garantir a rentabilidade.
Segundo Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas, essa gestão precisa ser automatizada. “Soluções tecnológicas para o food service não são luxo, mas necessidade. Softwares especializados ajudam a evitar desperdícios, precificar corretamente o cardápio e manter o estoque equilibrado”, explica.
Além disso, a automação libera o empreendedor das tarefas operacionais, permitindo foco em decisões estratégicas e expansão do negócio. A tecnologia no food service é hoje um diferencial competitivo e um instrumento essencial para quem deseja crescer de forma sustentável em um mercado cada vez mais exigente.
Gostou do conteúdo? Compartilhe nas suas redes sociais e conte pra gente: você também tem pedido mais comida trabalhando de casa?
Fonte: IBGE, iFood, ANR, ACOM Sistemas.