Adolescente de 16 anos, sem habilitação, ignora ordem de parada, dispara em alta velocidade e termina na Delegacia após acompanhamento tático.
Era noite… 18 de fevereiro de 2026. Por volta das 20h40, a equipe da Polícia Militar fazia patrulhamento ostensivo e preventivo em Terra Boa. Rotina de rua… atenção ligada.
De repente, o som rasga o silêncio da cidade: uma motoneta vermelha, barulhenta, ruído excessivo… e no comando, um rapaz com aparência de menor. De chinelos.
A ordem foi clara: abordagem!
Mas o condutor… desobedeceu.
E aí começou. A motoneta disparou, cortando a cidade em alta velocidade, passando por vias diferentes, desrespeitando preferenciais, colocando em risco pedestres e motoristas… um trajeto de tensão. Em determinado momento, por pouco… quase uma colisão com outro veículo. Um segundo a mais… e a história poderia ter terminado em tragédia.
A Polícia acompanhou. Acompanhamento tático. Olhos atentos, decisão rápida. E nas proximidades da área central, veio o desfecho: abordagem realizada, motoneta contida, condutor identificado.
Era um adolescente de 16 anos. Sem Carteira Nacional de Habilitação. Sem permissão para dirigir — porque ainda nem tinha idade para isso.
Na revista pessoal, nada de ilícito. Mas na verificação do veículo… um detalhe importante: alteração em componente do sistema de admissão de ar, possível causa daquele ruído excessivo que chamou a atenção desde o início.
Diante das infrações, a motoneta foi apreendida e encaminhada ao pátio do Destacamento da Polícia Militar. E o adolescente, por conta da direção perigosa e da desobediência, foi conduzido com o responsável legal ao hospital municipal para laudo de lesão corporal e, depois, apresentado à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.
Ocorrência registrada. Medidas administrativas adotadas. E uma noite que poderia acabar pior… terminou com intervenção antes que o risco virasse desastre.
Fonte: Boletim da Imprensa Policial.