Passeata mobiliza Umuarama no Dia Nacional de Combate à Dengue

Ação educativa reuniu cerca de 180 pessoas para alertar sobre os riscos da doença e reforçar a prevenção

No último sábado (8), Umuarama foi às ruas no Dia Nacional de Combate à Dengue com uma passeata pela avenida Paraná, reunindo aproximadamente 180 pessoas em uma ação de conscientização promovida pela Vigilância Ambiental e pelo Conselho Municipal de Combate à Dengue. A mobilização começou na sede da Secretaria Municipal de Saúde e seguiu até a Praça da Bíblia, envolvendo agentes de endemias, estudantes, personagens lúdicos e a fanfarra do Colégio Estadual Lourenço Filho.

A data, instituída pelo Ministério da Saúde, tem o objetivo de chamar a atenção da população para a importância da eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. Em Umuarama, os números acendem um sinal de alerta: são 587 casos confirmados de dengue e 2.316 notificações registradas somente entre janeiro e o início de novembro.

Atenção redobrada contra o mosquito

De acordo com Regiani Santos da Silva, coordenadora da Vigilância Ambiental, a passeata superou as expectativas e ampliou o alcance da mensagem preventiva. “A visibilidade foi muito maior do que ações pontuais. Muitas pessoas assistiram, gravaram e compartilharam, o que ajuda na multiplicação da informação”, avaliou.

Renata Pittito, coordenadora da Vigilância em Saúde, também acompanhou a ação e destacou o papel dos agentes de endemias na linha de frente do combate ao mosquito. “A prevenção é coletiva. Cada imóvel livre de criadouros é uma barreira contra o avanço dessas doenças”, reforçou.

A passeata contou ainda com personagens caracterizados, como o ‘mosquitão’ e o ‘super-agente’, que chamaram a atenção do público e facilitaram a abordagem lúdica e educativa da campanha.

Combate começa dentro de casa

Os organizadores lembram que a principal forma de prevenção é eliminar água parada em recipientes, como vasos, calhas, pneus e garrafas. A mobilização reforça que, sem criadouros, o mosquito não se prolifera, reduzindo os riscos de surtos e epidemias.

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde de Umuarama.