Durante aula de hidroginástica, bolsa com pertences é furtada e policial entra em boca de lobo para recuperar celular.
Fim de tarde, 27 de novembro de 2025. O relógio marcava exatamente 16h01min quando uma equipe da Polícia Militar, em ação pela Operação Força Total Brasil XXI, recebeu um chamado urgente no município. O crime? Um furto cometido em plena luz do dia… em um estabelecimento esportivo, localizado na movimentada Avenida Amapá.
A vítima contou aos policiais que chegou ao local às 13h45 para sua aula de hidroginástica. Como de costume, deixou a bolsa no banheiro do centro esportivo. Uma hora depois, às 14h40… o susto. Ao retornar para pegar os pertences, a bolsa havia sumido.
Dentro dela, havia tudo: um telefone celular, chave de veículo, dinheiro, óculos, cartões bancários e documentos pessoais. Um prejuízo material — e emocional.
Imediatamente, os policiais consultaram as câmeras de segurança do local. Mas… nada. Nenhuma imagem clara. Nenhum rosto. Nenhuma pista.
A vítima foi orientada a cancelar os cartões e bloquear documentos, enquanto um familiar utilizava o rastreador do celular furtado. E aí… o inesperado. O sistema apontou o sinal: cruzamento da Rua Padre Teobaldo Blume com a Rua Abolição. Uma área comum. Mas ali… escondido no subsolo da cidade, o celular emitia seu último pedido de socorro.
No local indicado, os policiais se depararam com uma boca de lobo. Abriram a pesada tampa de ferro e, com coragem, um dos policiais desceu ao interior do bueiro. E lá estava ele: o aparelho, jogado no esgoto urbano. Frio, sujo… mas intacto.
O celular foi retirado com cuidado, recolhido e levado à 21ª Subdivisão Policial, onde foi apresentado para os devidos procedimentos legais.
Mais um capítulo encerrado, mas o mistério permanece: quem cometeu o furto?
Fonte:Boletim da Imprensa Policial.