Cianortense é bronze na Olimpíada Brasileira de Matemática

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Enquanto esportistas brasileiros recebem importantes medalhas nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, uma jovem também tem dado muito orgulho com suas conquistas por aqui. A estudante cianortense Susan Yukari Matubari, de 16 anos, no último mês recebeu o reconhecimento por sua participação na 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). A estudante do 3º ano do Colégio Estadual Igléa Grollman, obteve a medalha de bronze competindo pelo nível três (voltado a estudantes do Ensino Médio). A entrega da condecoração aconteceu no Núcleo Regional de Educação de Paranavaí e reuniu outros alunos da região.

Esta é a quarta vez que a jovem recebe a premiação pela maior Olimpíada estudantil do Brasil. Em 2011 ela já ganhou a medalha de prata; em 2014 de bronze e em 2013 uma menção honrosa. “Quando comecei, me inscrevi por incentivo dos meus pais e porque sempre gostei da matéria. Achava que seria interessante participar de uma competição para testar os meus conhecimentos”, conta a jovem. Nesta edição, ela ainda levou para casa um certificado, pen drive e cartão de memória.

A prova em que se destacou consistiu em duas fases: a primeira com questões objetivas e a segunda, discursivas. “Nesta última, eram apenas cinco questões. Tinha um espação na folha para que eu pudesse explicar, da melhor forma possível, qual a linha de pensamento que eu tive que utilizar para chegar ao resultado. As perguntas estavam ligadas, principalmente, ao raciocínio lógico, o que não exigia de mim, ou de qualquer pessoa do ensino médio, conhecimentos dos conteúdos do terceiro ano. Por conta disso, achei a prova bem balanceada”, conta a aluna de Cianorte.

Apesar de já saber como a disputa funcionava, Susan diz ter se preparado intensamente. “Para a minha participação na Olimpíada, estive pesquisando, sempre muito focada. Desse modo fui entendendo as questões e pegando a prática”, diz. Para isso, sua rotina de estudo das matérias do colégio não precisou ser alterada. “A matemática eu raramente estudo em casa, por conta da facilidade que tenho em assimilar o conteúdo. Já com outras matérias mais teóricas preciso me esforçar um pouco mais para aprender”, explica.

“Todo mundo vê a matemática como uma matéria muito difícil, um bicho de sete cabeças. Espero que com mais essa conquista da medalha que obtive, eu incentive outros colegas a também participarem das próximas”, aponta Susan, que para o próximo ano já não deve mais participar da competição, pois deverá estar cursando sua faculdade. “Ou Engenharia Química ou Ciências Contábeis. Ainda não decidi”.

Da Redação / Foto: Arquivo pessoal

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