Hortifrúti ainda tem impacto das chuvas em Cianorte

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Quem for ao supermercado comprar algum hortifrúti perceberá duas situações resultantes das fortes chuvas que caíram há três semanas na região de Cianorte. Uma é o preço alto e a segunda é a qualidade ruim dos produtos. Algumas hortaliças foram mais afetadas e não são encontradas à venda. Outras foram menos afetadas, estão à venda, mas com preço bem acima do que são praticados normalmente. É comum até achar produtos 100% mais caros que o preço regular. A estimativa dos produtores é que a produção e os valores se regularizem em um mês. “Devagar as coisas voltam ao normal”, comentou o presidente da Associação da Feira do Produtor Rural de Hortifrutigranjeiros de Cianorte (Afepruhci), Sidney de Oliveira. “As plantas novas estão reagindo bem e também saiu sol para ajudar”.

Entre os produtos que mais subiram há os quem são produzidos em Cianorte e são vendidos nas feiras locais e os que vem de outras regiões e até países – também afetados por condições climáticas – e são vendidos nos supermercados. Entre os que mais subiram estão a batata, tomate, alface, repolho, vargem, couve flor, rúcula, manjericão, entre outros.

Entre os pesquisados pela reportagem da Folha de Cianorte o maço de manjericão foi um dos que teve maior reajuste. Era vendido a aproximadamente R$ 1,40 e custa R$ 5,20, sendo quase 300% a mais. A cebola também subiu bastante. O quilo é vendido normalmente a R$ 2,50 aproximadamente e é encontrada à R$ 6,90 o quilo, quase três vezes o custo normal.

Além da cebola, a batata também é comprada em fornecedores fora de Cianorte e já estão baixando o preço. A gerência do Mercado Plácido, na Zona 2, informa que chegou a pagar R$ 160 no saco de 48 quilos da batata e já está em torno de R$ 90. O preço normal é de aproximadamente R$ 70.

Já nas feiras dos produtores rurais de Cianorte a vargem, a couve flor e a rúcula estão em falta. O alface que era vendido normalmente a R$ 1 o pé, está entre R$ 1,50 e R$ 2. O repolho também estragou bastante e é vendido em torno de R$ 3, sendo R$ 1 mais caro que o preço normal.

CLIMA – Em fevereiro desse ano também houve alta do preço dos produtos nos mercados e nas feiras, mas foi pela greve dos caminhoneiros que intrerrompeu o fornecimento de mercadorias. A recuperação dos hortifrútis e preços deve ser rápida porque a previsão é de tempo sem chuva, como vem desde a semana passada. Segundo dados do Instituto Tecnológico Simepar, até a próxima semana a previsão é de tempo bom com temperatura variando entre 16 e 27°C.

Texto e foto: Andye Iore

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Hortifrúti ainda tem impacto das chuvas em Cianorte

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Quem for ao supermercado comprar algum hortifrúti perceberá duas situações resultantes das fortes chuvas que caíram há três semanas na região de Cianorte. Uma é o preço alto e a segunda é a qualidade ruim dos produtos. Algumas hortaliças foram mais afetadas e não são encontradas à venda. Outras foram menos afetadas, estão à venda, mas com preço bem acima do que são praticados normalmente. É comum até achar produtos 100% mais caros que o preço regular. A estimativa dos produtores é que a produção e os valores se regularizem em um mês. “Devagar as coisas voltam ao normal”, comentou o presidente da Associação da Feira do Produtor Rural de Hortifrutigranjeiros de Cianorte (Afepruhci), Sidney de Oliveira. “As plantas novas estão reagindo bem e também saiu sol para ajudar”.

Entre os produtos que mais subiram há os quem são produzidos em Cianorte e são vendidos nas feiras locais e os que vem de outras regiões e até países – também afetados por condições climáticas – e são vendidos nos supermercados. Entre os que mais subiram estão a batata, tomate, alface, repolho, vargem, couve flor, rúcula, manjericão, entre outros.

Entre os pesquisados pela reportagem da Folha de Cianorte o maço de manjericão foi um dos que teve maior reajuste. Era vendido a aproximadamente R$ 1,40 e custa R$ 5,20, sendo quase 300% a mais. A cebola também subiu bastante. O quilo é vendido normalmente a R$ 2,50 aproximadamente e é encontrada à R$ 6,90 o quilo, quase três vezes o custo normal.

Além da cebola, a batata também é comprada em fornecedores fora de Cianorte e já estão baixando o preço. A gerência do Mercado Plácido, na Zona 2, informa que chegou a pagar R$ 160 no saco de 48 quilos da batata e já está em torno de R$ 90. O preço normal é de aproximadamente R$ 70.

Já nas feiras dos produtores rurais de Cianorte a vargem, a couve flor e a rúcula estão em falta. O alface que era vendido normalmente a R$ 1 o pé, está entre R$ 1,50 e R$ 2. O repolho também estragou bastante e é vendido em torno de R$ 3, sendo R$ 1 mais caro que o preço normal.

CLIMA – Em fevereiro desse ano também houve alta do preço dos produtos nos mercados e nas feiras, mas foi pela greve dos caminhoneiros que intrerrompeu o fornecimento de mercadorias. A recuperação dos hortifrútis e preços deve ser rápida porque a previsão é de tempo sem chuva, como vem desde a semana passada. Segundo dados do Instituto Tecnológico Simepar, até a próxima semana a previsão é de tempo bom com temperatura variando entre 16 e 27°C.

Texto e foto: Andye Iore

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