Defensoria Pública em Cianorte inaugura espaço de leitura

O espaço com o intuito de promover a difusão e a conscientização dos direitos humanos e da cidadania, homenageia a poetisa Carolina Maria de Jesus

O espaço com o intuito de promover a difusão e a conscientização dos direitos humanos e da cidadania, homenageia a poetisa Carolina Maria de Jesus

A Defensoria Pública em Cianorte, no Noroeste do Paraná, inaugura hoje (18) o Espaço Carolina Maria de Jesus, em homenagem à escritora mineira, cuja vida e obra é inspiradora. Com o intuito de promover a difusão e a conscientização dos direitos humanos e da cidadania, o espaço – que contará com livros diversos, cartilhas e outros materiais para leitura e empréstimo – ficará disponível para ser utilizado pelos usuários dos serviços da Defensoria Pública.

Além de estimular a leitura, o local vai promover o direito à informação e à educação em direitos. A inauguração acontece a partir das 13:30 horas na sede da Defensoria Pública em Cianorte (Avenida Maranhão, n° 255, Centro).

Durante a inauguração haverá leitura de poesias de Carolina Maria de Jesus e contação de histórias e atividades lúdicas com os acadêmicos do curso de pedagogia do campus da UEM de Cianorte e apresentação de balé clássico com a bailarina Izadora Lourenço Machado.

O evento também contará com as palestras e bate-papo sobre “Acesso à justiça: a atuação da Defensoria Pública” com os defensores públicos Pietra Carolina Previate e Thiago Magalhães Machado; “Considerações sobre Carolina Maria de Jesus” e “Violência doméstica contra a mulher” com a professora Dra. Marivânia Conceição Araújo da UEM; “Juventude Periférica” com a representante do Coletivo Yalodê-badá e acadêmica de Ciências Sociais da UEM, Daniara Thomaz Fernandes Martins; e, “Mulheres Trans” com Naomi Neri, graudada em Ciências biológicas e membro do Coletivo TRANSForme Maringá.

 

HOMENAGEM

Carolina Maria de Jesus foi uma escritora mineira, negra e pobre. Mesmo morando em uma favela, ela conseguiu mostrar o poder da educação no processo de empoderamento dos sujeitos, de denunciar as mazelas que os cercam e, consequentemente, lutar para a transformação na direção de novas possibilidades de vida.

Texto: Juliano Secolo com informações da Defensoria Pública do Paraná

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