Ação nacional foca em eliminar criadouros antes do pico de transmissão
Neste sábado (08), Cianorte se junta ao movimento nacional no Dia D de Combate à Dengue, uma iniciativa coordenada pelo Ministério da Saúde para reforçar a prevenção contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Com o verão se aproximando, o objetivo é claro: intensificar as ações de conscientização e eliminar os focos do mosquito antes do aumento das chuvas e das temperaturas.
A mobilização nacional, antecipada em relação ao Dia Nacional de Combate à Dengue (penúltimo sábado de novembro), busca envolver governos estaduais, municipais e a população em geral em uma ofensiva estratégica de prevenção. A ideia é transformar o mês de novembro em uma janela de oportunidade para conter o avanço das arboviroses nos meses seguintes, tradicionalmente mais críticos.
Em Cianorte, equipes do setor de Combate às Endemias estarão distribuídas por diversos pontos da cidade. A programação inclui panfletagem educativa, orientações porta a porta e ações preventivas em residências, comércios e terrenos baldios. A população será orientada sobre como identificar e eliminar possíveis criadouros, especialmente aqueles que acumulam água, como vasos de plantas, calhas, pneus e caixas d’água destampadas.
“O mês de novembro, considerado ainda um período de baixa transmissão, é o momento ideal para fazermos a faxina completa e eliminarmos os criadouros de forma massiva. É uma janela de oportunidade que não podemos desperdiçar”, alerta Paulo Henrique Zago, supervisor do Programa de Combate à Dengue em Cianorte. Ele reforça o convite para que todos participem: “Convidamos toda a população de Cianorte a se unir a este movimento.”
Como você pode ajudar:
- Reserve um tempo neste sábado para inspecionar sua casa e quintal.
- Elimine objetos que possam acumular água parada.
- Receba e ouça as equipes da saúde.
- Compartilhe as orientações com vizinhos e familiares.
A mobilização é uma resposta ao cenário preocupante das arboviroses no Brasil, que continuam exigindo vigilância e ação coletiva. A participação da comunidade é fundamental para evitar surtos e proteger vidas.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social

