Orçamento de Cianorte para 2017 é de R$ 272,6 milhões

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O planejamento orçamentário para 2017 já começou em Cianorte. Depois de ser aprovado em primeiro turno, o Projeto de Lei que estima a receita e estabelece as despesas para o próximo ano foi apresentado em audiência pública hoje (9).De acordo com o documento, aprovado por todos os parlamentares, a receita será de R$ 272.654.625,00, sendo R$ 240,7 milhões da Administração Direta, e R$ 31,9 milhões da Administração Indireta, que no município é representada pela Capseci (Caixa de Aposentadorias e Pensões dos Servidores de Cianorte). O aumento em relação a 2016 é de quase R$ 25 milhões, o que corresponde a cerca de 10%.

A Saúde é o setor que mais recebe investimentos em Cianorte. A previsão é que quase R$ 83 milhões sejam destinados aos serviços da área. A Educação vem em segundo lugar, com uma previsão de gastos de R$ 59 milhões. À Secretaria d6e Serviços Municipais será destinado o valor de R$ 37 milhões, enquanto a de Administração deve receber R$ 16 milhões e a de Assistência Social R$ 12 milhões.

Durante a elaboração do projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual), houve a realização de audiências públicas e reuniões entre as comissões da Casa de Leis e representantes do Poder Executivo, o que permitiu a definição de rumos e contemplação de setores na destinação de recursos. O documento agora segue para sanção por parte do Prefeito.

“O momento é importante, porque indica a atenção que cada área da administração vai ter. O nosso desejo é que, assim como a população acompanhou os processos de elaboração do orçamento, acompanhe também a sua aplicação”, comentou o prefeito Bongiorno. As informações orçamentárias foram apresentadas pela assessora de Planejamento da Prefeitura, Anamaria Roes.

CÂMARA – O Poder Legislativo conta com um orçamento aproximado de R$ 3,8 milhões, o que corresponde a 1,6% do total da Receita Corrente Líquida. A Câmara está agindo com economia, já que, de acordo com a legislação, poderia gastar até 7% desse total. De acordo com o presidente da Câmara, Dadá, “a medida visa favorecer a prestação de serviços essenciais à população, uma vez que a economia realizada na Câmara pode representar ampliação de quantidade e qualidade no atendimento aos cidadãos”.

Texto e foto: Ascom CV

 

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