“Vamos colher muitos frutos com os projetos desses dois anos”, diz Bongiorno

bongiorno03O prefeito Claudemir Bongiorno chegou na metade de seu mandato e avalia positivamente seu desempenho até agora, com muitas realizações. “Em 2015 vamos colher frutos desses projetos e trabalhos nossos nesses dois anos”, considera Bongiorno em entrevista ao jornal Folha de Cianorte.

A Folha de Cianorte entrevistou o prefeito Bongiorno para uma avaliação de 2014. Ele comentou aspectos positivos, como também falou sobre as polêmicas do ano, ressaltando a saúde que vem recebendo várias iniciativas. Como abertura do Pronto Atendimento para 24 horas, construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), abertura e reforma de postos de saúde, chegada de médicos cubanos, entre outros.  “Agradeço muito o secretariado e o servidor municipal. Muitas empresas têm dificuldades com seus funcionários. Aqui não é diferente, mas temos ótimos resultados”, considera.

ENTREVISTA

FOLHA DE CIANORTE – Cite três ações de destaque esse ano da prefeitura?
CLAUDEMIR BONGIORNO – Tivemos varias. Destaco algumas como abrir o PA 24 horas. Foi um grande avanço na saúde. Outra importante foi manter a passagem a R$ 2 que era um compromisso que nós tínhamos. E a grande conquista que foi a construção da UPA que vamos inaugurar em breve. Também o plantio de mandioca, teto solidário, entre outras ações.

E quais foram as polêmicas que o senhor enfrentou esse ano?
Uma dessas situações é fazer as pessoas entenderem sobre a castração de animais, ter paciência para esperar a gente fazer isso na hora certa porque estamos construindo o nosso canil que ainda não está pronto. Estamos cuidando disso. A questão da compra do carro é perfeitamente compreensível o município usar um carro com pouco tempo de uso e não seis anos de uso. Pode sim usar um carro novo e criaram muita polemica com isso. Também criaram muita polêmica com os fogos, dizendo que ia gastar R$ 117 mil com fogos no aniversário da cidade e durante o ano todo acho que não passa de R$ 30 mil isso. São inverdades. As verdades a gente administra bem e até corrige se precisar. Mas as inverdades que viram polêmica a gente gostaria que fosse diferente. Mas, é um direito que a população tem, principalmente aqueles que estão insatisfeitos. Mas não com o prefeito e sim insatisfeito consigo mesmo, que fica procurando lugar pra se escorar.

O senhor chegou na metade da sua gestão. Qual a avaliação?
Fiz mais que eu imaginava. Não esperava em dois anos ter o avanço que tivemos. Conseguimos com muito trabalho ter uma renovação nas polícias Civil e Militar, junto com nossos parceiros. Também conseguimos um veiculo para o IML. Vamos ter a nossa Delegacia Cidadã. Na saúde teremos a UPA e o Centro de Especialidades. Construímos dois postos de saúde e vamos inaugurar duas creches. Evoluímos muito em dois anos e estou satisfeito com o que nossa equipe produziu.

Um dos grandes desafios em 2015 será o trânsito que já tem ações em andamento…
Estamos criando o maior número de vagas possível. Criamos em torno de 30 vagas só no centro da cidade. Criamos vagas sem onerar o cidadão. Mas, vai chegar um ponto que vamos ter que fazer alguma coisa para regulamentar o transito. Eu vi o que foi feito em Maringá e lá não resolveu muito. Já fui lá, dei três voltas no quarteirão e não consegui estacionar. Não é brincadeira isso porque Cianorte está com mais de 48 mil veículos. Mesmo que na regulamentação a pessoa tenha que pagar uma taxa para estacionar, não vamos nos enganar. Achar que os motoristas da região vão chegar aqui e terão uma vaga esperando. Isso dificilmente acontece numa cidade que cresce como Cianorte e tem tantos veículos.

Na saúde, Cianorte é como a maioria das cidades do Brasil, enfrentando problemas. Como o senhor tem trabalhado para melhorar a saúde?
Precisamos melhorar os nossos hospitais. Na verdade, acredito que temos uma estrutura boa na Santa Casa, mas com gestão que eu não concordo. Tem muita polêmica, mas prefiro me inteirar primeiro, saber o que acontece, conhecer a situação. Mas, acho que dá para melhorar com a estrutura que tem. Vamos tirar o PA daqui e vai pra UPA. E, além disso, vamos construir um posto de saúde novo onde era o PA e também vamos construir um posto de saúde na Zona 2, onde era o Corpo de Bombeiros. E também teremos reformas. Então vai melhorar muito a nossa saúde porque vamos investir bem.  Evidente que somos dependentes de repasses de recursos federal e estadual.

O senhor viveu uma situação incomum esse ano que foi a morte do Edno Guimarães que era seu amigo, sócio e parceiro político. Como foi essa situação?
bongiorno-ednoFoi e ainda é muito difícil. Estou sentado numa cadeira na prefeitura que há dois anos o “Seo” Edno sentava.  Vou na Avenorte e nas nossas reuniões, tem uma cadeira onde ele sentava.  Vou pra fazenda e lembro que ela ia na fazenda e gostava do gado. Onde eu vou eu lembro do “Seo” Edno. É muito difícil, mas isso nos dá forças porque tenho certeza que se ele estaria aqui, desejaria um Feliz Natal e Feliz Ano Novo para todo mundo dizendo “Vamos trabalhar e vamos vencer”, porque ele sempre foi guerreiro.

Na esfera municipal, estadual e federal, o esporte e a cultura não tem muita verba no orçamento. Mas esse ano foram pastas que deram bons resultados em Cianorte com eventos culturais e títulos esportivos…
Quase não recebemos recursos para a cultura e esporte. A maioria desses eventos que fizemos foi com recursos próprios. Temos escolinhas, construímos quadras, campo com grama artificial. Pintamos e reformamos o ginásio de esportes, evoluímos muito. Também vamos fazer essa reforma no Ovídio Franzoni. Temos novos projetos com quadras e campos para 2015. Mesmo que não recebemos recursos, investiremos verba própria porque saúde, esporte e educação é a mola mestre de qualquer administração. Sempre participamos do esporte através da Avenorte. Fomos responsáveis pelo time de futebol na primeira divisão, participamos do time masculino de futebol de salão. E agora a Avenorte também patrocina as meninas do futsal. Nós numa cidade de 75 mil habitantes somos bicampeões paranaenses … olha Londrina, Maringá, Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel… e é Cianorte que é bicampeão no futsal feminino. Esse mérito de Cianorte será lembrado para sempre!

Esse ano Cianorte e o senhor foram destaques em premiação sobre gestão no Paraná.  O senhor esperava de novo?
Para mim foi uma surpresa. Isso é graças a um grande secretariado que eu tenho. Gosto de pensar, projetar, idealizar. Mas, se não tivesse uma equipe boa comigo, não aconteceria isso. Destaque em tratamento e cura, destaque no Teto Solidário, melhorias de residências, o plantio da mandioca para pequenos agricultores que foi uma coisa espetacular. Transformamos R$ 240 mil do município para R$ 3 milhões que ficaram nas mãos dos produtores.

E como isso retorna para a sociedade?
O pequeno produtor investe na cidade. O grande fazendeiro nem sempre mora aqui. Ele também não pede casas populares porque tem melhorias em sua pequena propriedade e mora lá porque gosta de lá. E quando ele comercializa seu produto, traz receita pro município com impostos. E a farinheira gera emprego com o produto do pequeno agricultor que recebeu essa ajuda da prefeitura. É uma corrente que funciona muito bem.

Esse ano teve pouca movimentação do setor do vestuário. O senhor tem conversado com o setor?
Mais que fazemos com recursos para ajudar não é possível. A confecção passou de R$ 160 mil por ano para R$ 395 mil. E junto disso também tem a Associação Comercial, que saímos de R$ 60 mil para R$ 210 mil por ano para os projetos para o nosso comércio e indústria da cidade. Ajudamos em vários sentidos. Agora sair daqui para montar loja em outra cidade, não é o prefeito que diz para não ir. Negócios são negócios. Pode até não ter mão de obra, mas também não tem desemprego em Cianorte. Tem que ver com essas pessoas que vão embora porque estão indo para outras cidades. Por outro lado, eu participei de uma reunião com prefeitos do Paraná e fiquei sabendo que em Maringá também não está diferente. Está fechando lojas e unidades de produção. Tem que jogar a responsabilidade disso na China, no governo que deixa entrar produto aqui com impostos baratos.

Na metade de seu mandato mudou alguma coisa na visão do senhor como gestor público?
Eu queria colher frutos para compensar alguns desgastes que tive nesses dois anos. E já estamos conseguindo. Percebo que o fornecedor e o servidor gostam de organização. O bom profissional é aquele que gosta de prestar serviço e mostrar o que está fazendo. Olha o uniforme que funcionou muito bem. Os servidores saem nas ruas e são reconhecidos. Recebemos muitos elogios por isso. Também tivemos 48 veículos 0Km para o trabalho, reajuste salarial. Assim temos melhorado a condição de trabalho do nosso servidor e estamos avançando. Como na CAPSECI [Caixa de Aposentadorias e Pensões dos Servidores Públicos Municipais]. Estamos olhando isso com carinho e seriedade.

Texto e fotos: Andye Iore

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“Vamos colher muitos frutos com os projetos desses dois anos”, diz Bongiorno

bongiorno03O prefeito Claudemir Bongiorno chegou na metade de seu mandato e avalia positivamente seu desempenho até agora, com muitas realizações. “Em 2015 vamos colher frutos desses projetos e trabalhos nossos nesses dois anos”, considera Bongiorno em entrevista ao jornal Folha de Cianorte.

A Folha de Cianorte entrevistou o prefeito Bongiorno para uma avaliação de 2014. Ele comentou aspectos positivos, como também falou sobre as polêmicas do ano, ressaltando a saúde que vem recebendo várias iniciativas. Como abertura do Pronto Atendimento para 24 horas, construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), abertura e reforma de postos de saúde, chegada de médicos cubanos, entre outros.  “Agradeço muito o secretariado e o servidor municipal. Muitas empresas têm dificuldades com seus funcionários. Aqui não é diferente, mas temos ótimos resultados”, considera.

ENTREVISTA

FOLHA DE CIANORTE – Cite três ações de destaque esse ano da prefeitura?
CLAUDEMIR BONGIORNO – Tivemos varias. Destaco algumas como abrir o PA 24 horas. Foi um grande avanço na saúde. Outra importante foi manter a passagem a R$ 2 que era um compromisso que nós tínhamos. E a grande conquista que foi a construção da UPA que vamos inaugurar em breve. Também o plantio de mandioca, teto solidário, entre outras ações.

E quais foram as polêmicas que o senhor enfrentou esse ano?
Uma dessas situações é fazer as pessoas entenderem sobre a castração de animais, ter paciência para esperar a gente fazer isso na hora certa porque estamos construindo o nosso canil que ainda não está pronto. Estamos cuidando disso. A questão da compra do carro é perfeitamente compreensível o município usar um carro com pouco tempo de uso e não seis anos de uso. Pode sim usar um carro novo e criaram muita polemica com isso. Também criaram muita polêmica com os fogos, dizendo que ia gastar R$ 117 mil com fogos no aniversário da cidade e durante o ano todo acho que não passa de R$ 30 mil isso. São inverdades. As verdades a gente administra bem e até corrige se precisar. Mas as inverdades que viram polêmica a gente gostaria que fosse diferente. Mas, é um direito que a população tem, principalmente aqueles que estão insatisfeitos. Mas não com o prefeito e sim insatisfeito consigo mesmo, que fica procurando lugar pra se escorar.

O senhor chegou na metade da sua gestão. Qual a avaliação?
Fiz mais que eu imaginava. Não esperava em dois anos ter o avanço que tivemos. Conseguimos com muito trabalho ter uma renovação nas polícias Civil e Militar, junto com nossos parceiros. Também conseguimos um veiculo para o IML. Vamos ter a nossa Delegacia Cidadã. Na saúde teremos a UPA e o Centro de Especialidades. Construímos dois postos de saúde e vamos inaugurar duas creches. Evoluímos muito em dois anos e estou satisfeito com o que nossa equipe produziu.

Um dos grandes desafios em 2015 será o trânsito que já tem ações em andamento…
Estamos criando o maior número de vagas possível. Criamos em torno de 30 vagas só no centro da cidade. Criamos vagas sem onerar o cidadão. Mas, vai chegar um ponto que vamos ter que fazer alguma coisa para regulamentar o transito. Eu vi o que foi feito em Maringá e lá não resolveu muito. Já fui lá, dei três voltas no quarteirão e não consegui estacionar. Não é brincadeira isso porque Cianorte está com mais de 48 mil veículos. Mesmo que na regulamentação a pessoa tenha que pagar uma taxa para estacionar, não vamos nos enganar. Achar que os motoristas da região vão chegar aqui e terão uma vaga esperando. Isso dificilmente acontece numa cidade que cresce como Cianorte e tem tantos veículos.

Na saúde, Cianorte é como a maioria das cidades do Brasil, enfrentando problemas. Como o senhor tem trabalhado para melhorar a saúde?
Precisamos melhorar os nossos hospitais. Na verdade, acredito que temos uma estrutura boa na Santa Casa, mas com gestão que eu não concordo. Tem muita polêmica, mas prefiro me inteirar primeiro, saber o que acontece, conhecer a situação. Mas, acho que dá para melhorar com a estrutura que tem. Vamos tirar o PA daqui e vai pra UPA. E, além disso, vamos construir um posto de saúde novo onde era o PA e também vamos construir um posto de saúde na Zona 2, onde era o Corpo de Bombeiros. E também teremos reformas. Então vai melhorar muito a nossa saúde porque vamos investir bem.  Evidente que somos dependentes de repasses de recursos federal e estadual.

O senhor viveu uma situação incomum esse ano que foi a morte do Edno Guimarães que era seu amigo, sócio e parceiro político. Como foi essa situação?
bongiorno-ednoFoi e ainda é muito difícil. Estou sentado numa cadeira na prefeitura que há dois anos o “Seo” Edno sentava.  Vou na Avenorte e nas nossas reuniões, tem uma cadeira onde ele sentava.  Vou pra fazenda e lembro que ela ia na fazenda e gostava do gado. Onde eu vou eu lembro do “Seo” Edno. É muito difícil, mas isso nos dá forças porque tenho certeza que se ele estaria aqui, desejaria um Feliz Natal e Feliz Ano Novo para todo mundo dizendo “Vamos trabalhar e vamos vencer”, porque ele sempre foi guerreiro.

Na esfera municipal, estadual e federal, o esporte e a cultura não tem muita verba no orçamento. Mas esse ano foram pastas que deram bons resultados em Cianorte com eventos culturais e títulos esportivos…
Quase não recebemos recursos para a cultura e esporte. A maioria desses eventos que fizemos foi com recursos próprios. Temos escolinhas, construímos quadras, campo com grama artificial. Pintamos e reformamos o ginásio de esportes, evoluímos muito. Também vamos fazer essa reforma no Ovídio Franzoni. Temos novos projetos com quadras e campos para 2015. Mesmo que não recebemos recursos, investiremos verba própria porque saúde, esporte e educação é a mola mestre de qualquer administração. Sempre participamos do esporte através da Avenorte. Fomos responsáveis pelo time de futebol na primeira divisão, participamos do time masculino de futebol de salão. E agora a Avenorte também patrocina as meninas do futsal. Nós numa cidade de 75 mil habitantes somos bicampeões paranaenses … olha Londrina, Maringá, Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel… e é Cianorte que é bicampeão no futsal feminino. Esse mérito de Cianorte será lembrado para sempre!

Esse ano Cianorte e o senhor foram destaques em premiação sobre gestão no Paraná.  O senhor esperava de novo?
Para mim foi uma surpresa. Isso é graças a um grande secretariado que eu tenho. Gosto de pensar, projetar, idealizar. Mas, se não tivesse uma equipe boa comigo, não aconteceria isso. Destaque em tratamento e cura, destaque no Teto Solidário, melhorias de residências, o plantio da mandioca para pequenos agricultores que foi uma coisa espetacular. Transformamos R$ 240 mil do município para R$ 3 milhões que ficaram nas mãos dos produtores.

E como isso retorna para a sociedade?
O pequeno produtor investe na cidade. O grande fazendeiro nem sempre mora aqui. Ele também não pede casas populares porque tem melhorias em sua pequena propriedade e mora lá porque gosta de lá. E quando ele comercializa seu produto, traz receita pro município com impostos. E a farinheira gera emprego com o produto do pequeno agricultor que recebeu essa ajuda da prefeitura. É uma corrente que funciona muito bem.

Esse ano teve pouca movimentação do setor do vestuário. O senhor tem conversado com o setor?
Mais que fazemos com recursos para ajudar não é possível. A confecção passou de R$ 160 mil por ano para R$ 395 mil. E junto disso também tem a Associação Comercial, que saímos de R$ 60 mil para R$ 210 mil por ano para os projetos para o nosso comércio e indústria da cidade. Ajudamos em vários sentidos. Agora sair daqui para montar loja em outra cidade, não é o prefeito que diz para não ir. Negócios são negócios. Pode até não ter mão de obra, mas também não tem desemprego em Cianorte. Tem que ver com essas pessoas que vão embora porque estão indo para outras cidades. Por outro lado, eu participei de uma reunião com prefeitos do Paraná e fiquei sabendo que em Maringá também não está diferente. Está fechando lojas e unidades de produção. Tem que jogar a responsabilidade disso na China, no governo que deixa entrar produto aqui com impostos baratos.

Na metade de seu mandato mudou alguma coisa na visão do senhor como gestor público?
Eu queria colher frutos para compensar alguns desgastes que tive nesses dois anos. E já estamos conseguindo. Percebo que o fornecedor e o servidor gostam de organização. O bom profissional é aquele que gosta de prestar serviço e mostrar o que está fazendo. Olha o uniforme que funcionou muito bem. Os servidores saem nas ruas e são reconhecidos. Recebemos muitos elogios por isso. Também tivemos 48 veículos 0Km para o trabalho, reajuste salarial. Assim temos melhorado a condição de trabalho do nosso servidor e estamos avançando. Como na CAPSECI [Caixa de Aposentadorias e Pensões dos Servidores Públicos Municipais]. Estamos olhando isso com carinho e seriedade.

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