Richa ressalta medidas para atrair investimentos

est-richa01O governador Beto Richa participou ontem (27), em Curitiba, da posse da nova diretoria da Associação Comercial do Paraná (ACP) para a gestão 2017-2019. O empresário Gláucio Geara, que integra a diretoria da entidade há 30 anos, assumiu a presidência, em substituição a Antônio Espolador.

Na solenidade, Richa enalteceu o trabalho de Geara e da Associação, que sempre foi parceria do Estado. “Sei que a ACP fica em boas mãos, pois o Geara é uma pessoa experiente e que conheço faz tempo”, disse. “E a ACP é uma entidade secular muito representativa para o setor produtivo. Sempre tivemos uma parceria extraordinária, principalmente quando fui prefeito de Curitiba. Fomos parceiros em grandes obras, como no Centro Vivo, por exemplo”, acrescentou Richa.

O governador também destacou os avanços do Paraná. “Nos últimos anos, o Estado obteve importantes avanços institucionais na busca por maior segurança jurídica e mais respeito aos contratos firmados”, disse. “Abrimos o diálogo com a iniciativa privada, perseveramos na desburocratização dos mecanismos comerciais que emperram até a mera abertura de uma empresa e ampliamos os investimentos na melhoria e modernização da malha viária estadual e do Porto de Paranaguá,” completou Richa.

À frente da entidade representativa do setor produtivo, Geara disse que em sua gestão o maior desafio será lidar com a instabilidade econômica e política. “Vamos cobrar dos órgãos governamentais uma melhora da economia, que é afetada, muitas vezes, por problemas políticos”, disse.

“O Governo Estadual tem sido muito generoso. O que nós vimos foi uma atração de investimos para o Estado, anunciados no programa Paraná Competitivo, que faz com que novas indústrias venham para cá. E o que precisamos agora é a retomada dos empregos”, ressaltou. Outro indicador favorável é o saldo positivo de empregos, por dois meses seguidos (janeiro e fevereiro), segundo levantamento do Ministério do Trabalho.

RETOMADA – De acordo com o Richa, embora não muito favoráveis em outros estados, os números do Ministério do Trabalho demonstram que o pior da crise já passou.

“A recuperação será muito mais lenta do que gostaríamos, mas não há como retomar um ritmo forte depois do terremoto que destruiu milhões de empregos, fechou 100 mil lojas e milhares de empresas”, disse ele. “Além disso, para retomar o crescimento de forma sustentável é essencial que o País persista na aprovação das reformas que tornem o Brasil mais competitivo, reduzam custos e atraiam novos investimentos. Mas que sejam feitas com equilíbrio para preservar os avanços sociais conquistados até aqui”, completou Richa.

Texto e foto: AE-PR

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