Entenda a importância da robótica na sala de aula

Este outro tipo de “linguagem” vem sendo demandada com mais frequência no mercado de trabalho e pode ser desenvolvida desde a infância

Nas últimas gerações, a habilidade da fluência em uma segunda língua, como inglês, era considerada um diferencial no currículo. Hoje, além da segunda língua, a nova habilidade que começa a ser desenvolvida desde cedo é outra linguagem: a da programação. “Ao estarmos inseridos na indústria 4.0, habilidades envolvendo programação já fazem parte do dia a dia de muitos profissionais e são essenciais para o mundo do trabalho. O Colégio Sesi da Indústria tem como premissa integrar a realidade do mercado de trabalho ao processo educacional, para ser desenvolvida e pensada dentro da sala de aula. Portanto, é natural que o ensino de robótica esteja integrado a nossa matriz curricular, atuando assim no desenvolvimento das habilidades voltadas a programação”, explica Camila Zanella, Coordenadora de Educação e Negócio da Gerência de Educação do Sistema Fiep.

O ensino da robótica acaba tendo muita aderência dos estudantes ao perceberem suas aplicações na prática. Por exemplo, ao notar quantos momentos do nosso dia a dia envolvem programação: desde a aplicação da inteligência artificial nos aplicativos de streaming até as catracas de estacionamento de shopping. Com o ensino da robótica, os estudantes desenvolvem habilidades de programação de forma prática, ao entender como os robôs funcionam e a importância dela em seus mecanismos. Assim, os conhecimentos envolvendo programação são desmistificados e o ensino é mais prazeroso.

O Colégio Sesi da Indústria traz a robótica como parte do currículo desde a Educação Infantil. “Os níveis de aprendizagens são diferentes, mas, desde o Infantil e o Fundamental, os estudantes já são estimulados a montar robôs com peças de Lego e começam a entender a linguagem de programação, desenvolvendo conhecimentos mais ligados à matemática e à física, por exemplo”, conta Camila.

No Ensino Médio, também há disciplinas dedicadas ao aprendizado da programação e da robótica. “Nossos estudantes adolescentes contam com a disciplina chamada Oficinas Tecnológicas, que traz a robótica para dentro da sala de aula. Trabalhamos com a programação, trazemos conhecimentos de física, matemática, inteligência artificial, entre outras tecnologias que fazem parte da indústria 4.0”, completa. Ainda, os estudantes podem participar de clubes de robótica, que promovem a troca de experiências entre alunos e professores, além de possibilitar que participem de torneios relacionados a esta área.

“Nós, como Colégio Sesi da Indústria, trabalhamos para desenvolver nos alunos o olhar para as áreas relacionadas à indústria. Por isso, a tecnologia, inovação e ensino da robótica são tão importantes”, conclui a coordenadora.

SOBRE O COLÉGIO SESI DA INDÚSTRIA

Fundamentado em metodologias de ensino inovadoras, o Colégio Sesi da Indústria conta com Oficinas de Aprendizagem que possibilitam a imersão do aluno em desafios reais, desenvolvendo habilidades como autonomia, criatividade e trabalho em equipe. A instituição também oferece programas voltados ao aperfeiçoamento e progresso dos estudantes, como incentivo à preparação para o ENEM, iniciação científica, atividades extracurriculares e formação profissional, formando cidadãos engajados e preparados para o mercado de trabalho.

SOBRE O SISTEMA FIEP

O Sistema Fiep é composto pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL). As instituições trabalham integradas em prol do desenvolvimento industrial. Com linhas de atuação complementares, realizam a interlocução com instâncias do poder público, estimulam o fomento de negócios nacionais e internacionais, a competitividade, a inovação, a tecnologia e a adoção de práticas sustentáveis, e oferecem serviços voltados à segurança e saúde dos trabalhadores, à educação básica de crianças, jovens e adultos, à formação e aperfeiçoamento profissional, à formação de nível superior, além de capacitação executiva.

Fonte: Agência FIEP

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