DDM realiza premiação virtual do 1º Desafio Design UEM

 

O Departamento de Design e Moda (DDM) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) premiou os vencedores da maratona de desenvolvimento (hackathon) “1º Desafio Design UEM”, na qual acadêmicos apontaram soluções de design para o período de pós-pandemia. Segundo os jurados, “o alto nível dos trabalhos demonstra o comprometimento dos alunos com os problemas do mundo pós-covid-19″.

A revelação, aconteceu na noite da última segunda-feira (1º de junho), por videoconferência, deixou em 1º lugar o grupo Quarenteners, formado pelos alunos Marcos Vinicius Vieira da Silva, Mariana Carolina da Silva, Eloá Cristina Romeiro e Kamile Arika Costa Yoshimura. Eles idealizaram o produto D-Conf, adesivos hidratantes para prevenir machucados nos rostos dos profissionais de saúde, causados por uso de equipamentos de proteção individual.

Empatados em 2º lugar ficaram dois grupos: o Kinesis (Beatriz Lopes Niquele, Nícolas de Queiroz Azevedo, Danyele Arissa Nakamura e Eduarda Satie Ikedo Takaki – produto New-Touch, um objeto multiuso, com reservatório para álcool em gel e máscara) e o Renewal (Guilherme dos Reis Veronez, Pietro Luigi Verona e Rafael Pio – produto Personal Protection, uma máscara com regulagem no rosto e que permite leitura labial).

A premiação virtual teve presença de docentes e de Milene Kazama, designer da Volkswagen. Os jurados foram: Alexandre Munhoz, fundador da Verifact; Artur Tessaro Leal, sócio-proprietário da Solúvel Design; Fabiano Burgo, docente do DDM/UEM; e Regina Acutu, cofundadora e CEO da Verifact.

EXECUÇÃO

Os participantes do “1º Desafio Design UEM” tiveram tutoria de Thiago Busato Mendonça, sócio-proprietário da Solúvel Design, e de professores do curso de Design do câmpus regional de Cianorte (PR), que visitaram virtualmente as equipes a fim de assessorá-las no desenvolvimento dos produtos. Os grupos trabalharam entre os dias 29 e 31 de maio, num total de 44 horas.

SAIBA MAIS

Conforme o regulamento, dos participantes eram esperadas propostas de soluções que: facilitassem a reintegração das pessoas ao convívio social; minimizassem os riscos de propagação da covid-19; integrassem-se às rotinas das pessoas com o mínimo impacto econômico e comportamental; e promovessem o design como ferramenta para solução de problemas de forma simples, efetiva e variada.

Fonte: Matheus Teixeira – Assessoria de Comunicação Social da Universidade Estadual de Maringá / Imagem Ilustrativa

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