Cotas raciais são destaques em evento na UEM

SEMANA AFRO-BRASILEIRA_RS-2As Cotas Raciais nas Universidades Brasileiras são destaques na VIII Semana Afrobrasileira, aberta na última segunda-feira (17), na UEM, em Maringá. A palestra Cotas não é uma Questão de Opinião foi proferida, pela professora Djamila Ribeiro, da Unifesp. Ribeiro destacou a necessidade de se pensar as cotas não como questão de opinião mas pautadas em dados empíricos. Citando a UERJ e a UnB, as primeiras a implantarem as cotas, há mais de dez anos, ressaltou que os cotistas se saíram muito bem, obtendo notas iguais ou superiores aos demais e ingressando em mestrados e doutorados. Para ela, as cotas apresentam avaliação positiva e atendem grupos historicamente excluídos, sendo já unanimidade entre os magistrados do Superior Tribunal Federal.

Ontem (18) a professora paulista ministra outra palestra A Necessidade de Cotas Raciais nas Universidades, no Bloco H-12, sala 14, às 10 horas. Em seguida, a desembargadora Luizlinda Valois realiza uma sessão de autógrafos do livro O Negro no Século XXI, no mesmo local. Na quarta-feira, a TV UEM, exibe a mesa-redonda Cotas na UEM, às 7 horas, 12h30,  18h30 e 22 horas. Na quinta, haverá a exibição do filme A Espera do Superman, com comentários de Eliane Oliveira. A atividade está marcada 19 horas, no Auditório do Bloco H-35, onde também haverá uma apresentação do Grupo Babulina. A programação da semana ainda conta a exposição As Cotas nas Universidades, que fica de 17 a 21, no Bloco H-35, e do dia 24 a 28, na Biblioteca Central da UEM – BCE.

Texto e foto: UEM/ASC

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Cotas raciais são destaques em evento na UEM

SEMANA AFRO-BRASILEIRA_RS-2As Cotas Raciais nas Universidades Brasileiras são destaques na VIII Semana Afrobrasileira, aberta na última segunda-feira (17), na UEM, em Maringá. A palestra Cotas não é uma Questão de Opinião foi proferida, pela professora Djamila Ribeiro, da Unifesp. Ribeiro destacou a necessidade de se pensar as cotas não como questão de opinião mas pautadas em dados empíricos. Citando a UERJ e a UnB, as primeiras a implantarem as cotas, há mais de dez anos, ressaltou que os cotistas se saíram muito bem, obtendo notas iguais ou superiores aos demais e ingressando em mestrados e doutorados. Para ela, as cotas apresentam avaliação positiva e atendem grupos historicamente excluídos, sendo já unanimidade entre os magistrados do Superior Tribunal Federal.

Ontem (18) a professora paulista ministra outra palestra A Necessidade de Cotas Raciais nas Universidades, no Bloco H-12, sala 14, às 10 horas. Em seguida, a desembargadora Luizlinda Valois realiza uma sessão de autógrafos do livro O Negro no Século XXI, no mesmo local. Na quarta-feira, a TV UEM, exibe a mesa-redonda Cotas na UEM, às 7 horas, 12h30,  18h30 e 22 horas. Na quinta, haverá a exibição do filme A Espera do Superman, com comentários de Eliane Oliveira. A atividade está marcada 19 horas, no Auditório do Bloco H-35, onde também haverá uma apresentação do Grupo Babulina. A programação da semana ainda conta a exposição As Cotas nas Universidades, que fica de 17 a 21, no Bloco H-35, e do dia 24 a 28, na Biblioteca Central da UEM – BCE.

Texto e foto: UEM/ASC

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