Banco Central ajusta recolhimento de compulsórios e libera R$2,7 bilhões

O Banco Central anunciou nesta quinta-feira (22) mudanças sobre o recolhimento de recursos compulsórios das instituições financeiras. Com isso, serão liberados R$ 2,7 bilhões na economia, com efeitos que poderão ser sentidos pela população no fim do ano.

Todo ano, os bancos são obrigados a guardar, junto ao BC, uma parcela de depósitos à vista ou a prazo das operações feitas por seus correntistas. Como esses recursos ficam em uma conta no BC, o órgão pode regular as alíquotas depositadas pelos bancos. Quanto maior for parcela detida pelo Banco Central, menos dinheiro fica disponível para o cliente e, quanto menor for essa parcela, mais recursos entram em circulação na economia.

MUDANÇAS

Segundo o Banco Central, o fim de algumas deduções sobre o compulsório dadas aos bancos nos últimos nove anos foi antecipado para este ano. Inicialmente, isso só aconteceria em 2019. Para compensar, a instituição monetária decidiu diminuir as alíquotas cobradas aos bancos em operações à vista e a prazo.

“As mudanças […] fazem parte do trabalho de simplificação das regras do recolhimento compulsório, permitindo uma redução dos custos para o sistema financeiro”, explicou a instituição, em comunicado.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do BC

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