Região está mobilizada para vacinação contra a gripe

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Na última segunda-feira (04) os postos de saúde de todo o país deram início a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. A vacina é gratuita para as pessoas que integram os grupos prioritários, ou seja, a população que tem maior risco de desenvolver complicações causadas pela doença. A campanha segue até o dia 22 de maio e durante este período, a estimativa é que mais de 42 mil pessoas sejam imunizadas nos municípios pertencentes a 13ª Regional de Saúde de Cianorte.

Para garantir um melhor atendimento e atingir um maior público, amanhã (9) será realizado o chamado Dia D, ou seja, uma grande mobilização em todos os postos de saúde dos municípios, que funcionarão em horário especial, das 08 às 17 horas, para atender as pessoas que não podem comparecer nas unidades de saúde durante a semana.

As doses da vacina foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde e imunizará a população contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Integram o público-alvo da campanha crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); portadores de doenças crônicas (comorbidades) e condições clínicas especiais.

Dentre o público-alvo da campanha, na região abrangente pela 13ª Regional de Saúde, os idosos são maioria com 17.710 indivíduos, seguido da população de comorbidades com 11.782 pessoas, os demais integrantes do público alvo somam 12.569 pessoas.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina contra influenza é segura e uma das medidas mais eficazes de prevenção a complicações e casos graves de gripe, sendo que estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, é fundamental realizar a imunização no período da campanha para garantir a proteção antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe vai de final de maio a agosto.

Vale lembrar que é importante levar o cartão de vacinação e o documento de identificação para receber a dose. As pessoas com doenças crônicas ou com outras condições clínicas especiais também precisam apresentar prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a dose, sem necessidade de prescrição médica.

PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.

Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. A vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a doença ou impedir a circulação do vírus, por isso, as medidas de prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto.

REAÇÕES – Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e enrijecimento. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos costumam passar em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

 Texto: Juliano Secolo / Foto: Ministério da Saúde

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Na última segunda-feira (04) os postos de saúde de todo o país deram início a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. A vacina é gratuita para as pessoas que integram os grupos prioritários, ou seja, a população que tem maior risco de desenvolver complicações causadas pela doença. A campanha segue até o dia 22 de maio e durante este período, a estimativa é que mais de 42 mil pessoas sejam imunizadas nos municípios pertencentes a 13ª Regional de Saúde de Cianorte.

Para garantir um melhor atendimento e atingir um maior público, amanhã (9) será realizado o chamado Dia D, ou seja, uma grande mobilização em todos os postos de saúde dos municípios, que funcionarão em horário especial, das 08 às 17 horas, para atender as pessoas que não podem comparecer nas unidades de saúde durante a semana.

As doses da vacina foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde e imunizará a população contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Integram o público-alvo da campanha crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); portadores de doenças crônicas (comorbidades) e condições clínicas especiais.

Dentre o público-alvo da campanha, na região abrangente pela 13ª Regional de Saúde, os idosos são maioria com 17.710 indivíduos, seguido da população de comorbidades com 11.782 pessoas, os demais integrantes do público alvo somam 12.569 pessoas.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina contra influenza é segura e uma das medidas mais eficazes de prevenção a complicações e casos graves de gripe, sendo que estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, é fundamental realizar a imunização no período da campanha para garantir a proteção antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe vai de final de maio a agosto.

Vale lembrar que é importante levar o cartão de vacinação e o documento de identificação para receber a dose. As pessoas com doenças crônicas ou com outras condições clínicas especiais também precisam apresentar prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a dose, sem necessidade de prescrição médica.

PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.

Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. A vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a doença ou impedir a circulação do vírus, por isso, as medidas de prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto.

REAÇÕES – Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e enrijecimento. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos costumam passar em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

 Texto: Juliano Secolo / Foto: Ministério da Saúde

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