Pesquisa diz que trabalhadores querem mudar de emprego

agencia trabalho02

Na última quinta-feira (8), a Catho, uma das maiores empresas de agenciamento de emprego do Brasil, divulgou uma pesquisa que aponta a inquietude dos profissionais brasileiros. Segundo os dados apontados a maioria dos brasileiros – 67,7% dos respondentes da pesquisa – pretendem mudar de emprego em 2015.

De acordo com a pesquisa, o principal vilão dessa suposta insatisfação com o mercado de trabalho pode ser o próprio profissional, já que a principal promessa dos respondentes para este ano de 2015 é não ficar acomodado.

Apesar da pesquisa apontar que 67,7% de profissionais que desejam mudar de emprego, destes apenas 25,3% responderam que com certeza buscarão uma nova vaga, ou outros 42,4% expressaram a vontade de mudar de emprego, mas responderam que talvez mudariam. Somente, 32,3% afirmaram que não mudariam de trabalho.

CIANORTE – As Agências do Trabalhador da região contam diariamente com vagas de emprego para quem deseja ingressar no mercado de trabalho ou mudar de emprego. De acordo com as informações do site da Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social, somente em Cianorte são 120 vagas disponíveis, incluindo para pessoas sem experiência e portadoras de necessidades especiais.

A pesquisada Catho também perguntou aos entrevistados o que eles “prometeriam não repetir em 2015”, sendo que a maioria (38,4%) afirmou que não ficará acomodado/estagnado. Outros 19,2% disseram que evitarão de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Outros 16,1% disseram que não vão trabalhar em algo que não gostam. Não trabalhar muito além do horário é a promessa de 13,2%. Por fim, 2,4% afirmaram que não entrarão em conflito com equipe/colegas de trabalho e 2,4% tentarão não trocar muito de emprego.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados o que teriam feito mais em 2014 se tivessem se empenhado mais no trabalho, sendo que 26,7% afirmou que teria investido mais na educação (graduação, pós-graduação, etc.); outro 22,4% acreditam que teriam conseguido um emprego melhor; 18,6% teria investido no aprendizado de um novo idioma; 9,6% teria aberto o próprio negócio; e 2,8% teria sido promovido.

Texto: Juliano Secolo com agências / Foto: Andye Iore/FOLHA

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Pesquisa diz que trabalhadores querem mudar de emprego

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Na última quinta-feira (8), a Catho, uma das maiores empresas de agenciamento de emprego do Brasil, divulgou uma pesquisa que aponta a inquietude dos profissionais brasileiros. Segundo os dados apontados a maioria dos brasileiros – 67,7% dos respondentes da pesquisa – pretendem mudar de emprego em 2015.

De acordo com a pesquisa, o principal vilão dessa suposta insatisfação com o mercado de trabalho pode ser o próprio profissional, já que a principal promessa dos respondentes para este ano de 2015 é não ficar acomodado.

Apesar da pesquisa apontar que 67,7% de profissionais que desejam mudar de emprego, destes apenas 25,3% responderam que com certeza buscarão uma nova vaga, ou outros 42,4% expressaram a vontade de mudar de emprego, mas responderam que talvez mudariam. Somente, 32,3% afirmaram que não mudariam de trabalho.

CIANORTE – As Agências do Trabalhador da região contam diariamente com vagas de emprego para quem deseja ingressar no mercado de trabalho ou mudar de emprego. De acordo com as informações do site da Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social, somente em Cianorte são 120 vagas disponíveis, incluindo para pessoas sem experiência e portadoras de necessidades especiais.

A pesquisada Catho também perguntou aos entrevistados o que eles “prometeriam não repetir em 2015”, sendo que a maioria (38,4%) afirmou que não ficará acomodado/estagnado. Outros 19,2% disseram que evitarão de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Outros 16,1% disseram que não vão trabalhar em algo que não gostam. Não trabalhar muito além do horário é a promessa de 13,2%. Por fim, 2,4% afirmaram que não entrarão em conflito com equipe/colegas de trabalho e 2,4% tentarão não trocar muito de emprego.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados o que teriam feito mais em 2014 se tivessem se empenhado mais no trabalho, sendo que 26,7% afirmou que teria investido mais na educação (graduação, pós-graduação, etc.); outro 22,4% acreditam que teriam conseguido um emprego melhor; 18,6% teria investido no aprendizado de um novo idioma; 9,6% teria aberto o próprio negócio; e 2,8% teria sido promovido.

Texto: Juliano Secolo com agências / Foto: Andye Iore/FOLHA

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