No Natal, festejemos o amor


Apesar do estardalhaço que os anúncios publicitários fazem em cima das festividades natalinas, com o óbvio objetivo de vender presentes. Devemos levar em conta que a data é vai muito além das “lembrancinhas”. É claro que a valorização comercial da data é importante, pois ajuda movimentar a economia, só que não se pode negar que o principal está no “clima mágico” que toma conta de todos.

E essa magia não se faz presente também por causa das decorações – mesmo que a lá americana com neve e tudo, mesmo que os flocos gelados nem existam aqui, pelo menos não em dezembro – ou luzinhas que deixam tudo mais bonito e iluminado, encantando a quem vê.

Nem naquele senhorzinho de vermelho que, por mais místico que possa ser, está a magia. É claro que as crianças ficam encantadas com o Papai Noel e suas “peripécias” para entregar numa só noite, todos os presentes do mundo.

Mas a magia está lá iluminada por uma estrela, cercada de simplicidade e humildade, deitado em forma de bebê em uma manjedoura. Sim, por mais que se pareça que o “aniversariante” é esquecido em sua própria festa, é por causa de Jesus Cristo que essa magia existe.

Essa magia que cerca a todos nesse período natalino, que se embola com a passagem de anos (velho e novo), está presente por causa dos ensinamentos de Cristo. E, mesmo quem se diz ateu, acaba sendo contagiado pelo amor, pela esperança, enfim, pela fraternidade.

É com a proximidade do Natal que vemos que o Ser Humano, por mais defeitos que tenha, tem chance de redenção. Nesse período vemos que há mais gentileza, mais respeito, mais solidariedade, mais amor ao próximo, tal como Jesus ensinou depois de adulto.

Com o Natal, renasce a esperança de um mundo realmente melhor. Um mundo que se cerca de pequenas coisas simples como um pequeno sorriso, um abraço, um carinho para com o seu semelhante.

Nessa época as famílias se unem; as relações afetivas se tornam mais fortes; as brigas e ofensas são perdoadas; as desavenças desaparecem. Enfim, tudo parece melhor. Há, nessa magia, portanto, um ar de alívio e benevolência.

Exemplo disso estão nas campanhas que buscam levar um pouco de conforto para quem nada tem, como é o caso do Natal Sem Fome que em sua nobre causa busca dar uma refeição digna às famílias que muitas vezes passam fome. Ou as campanhas de arrecadação de brinquedos que levam a magia da surpresa para crianças que as vezes sonham com um simples brinquedinho para se divertir.

Então, vamos para um segundo e encher nossos corações e almas com a Luz e o Amor com que Cristo nos apresentou e vivamos num mundo onde todos somos uma gigantesca família compartilhando um mundo que há de ser melhor.

Juliano Secolo, agradecendo o espaço cedido por Izaura Varella

Cianorte, 23 de Dezembro de 2018

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