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“Monstro de Andradina” comenta como as meninas morreram

Publicado em 29 de abril de 2014

andradinaA Polícia Civil apresentou na última segunda-feira em Cianorte o borracheiro E.F.S., 39 anos. Ele é réu confesso de ter matado duas adolescentes – uma de 13 e outra de 14 anos – no começo de abril, sobre a ponte do Rio Tietê, entre Andradina e Pereira Barreto (SP).

O jornal Folha de Cianorte apresentou o caso em primeira mão no último sábado e a notícia tevê grande repercussão. Na entrevista com a imprensa local na tarde de segunda-feira, o borracheiro se mostrou frio e calculista em relação ao duplo homicídio que cometeu. De acordo com o que declarou em entrevista e depoimento, ele encontrou as meninas por acaso em uma rua de Andradina. Elas então pediram uma carona, para um destino que não soube precisar. No carro – um EcoEsport, que Edson havia comprado com cheque frio – as garotas disseram que precisavam de dinheiro para comprar um celular. O borracheiro então perguntou o que ganharia com aquilo.

Ainda de acordo com o preso, as meninas ofereceram fazer sexo. Ele levou as duas em direção a Pereira Barreto. Sobre a ponte parou e elegeu a sua primeira vítima. Retirou-a do carro, tirou sua roupa e fez sexo. Depois, segundo disse, tirou a meia social que usava e amarrou as mãos da menina – que começou a gritar muito, segundo o borracheiro diz no depoimento e na entrevista – e a jogou no rio. De acordo com o que declarou, a outra menina não ouviu nada por que estava ouvindo música. Então ele foi lá e chamou a menina dizendo que para ter o dinheiro para o celular teria que fazer uma coisa a mais. Disse que a amiga dela estava se banhando no rio. Despiu a mocinha e com a calcinha dela amarrou suas mãos e a jogou no rio.

De acordo com o que disse para a imprensa, não seria a intenção dele matar as garotas. Ele disse que as jogou ribanceira abaixo (cerca de cinco metros) na esperança de que elas se agarrasem na taboa e subissem morro acima. Ele retornou para Andradina, devolveu o EcoEsporte para o dono – que quase foi linchado confudido com o assassino das meninas – e veio para o Paraná. Primeiro ficou em Rondon e depois veio para Cianorte. Por aqui o dinheiro acabou e a sorte também. O caso chocou a população em Andradina e uma campanha foi lançada na internet pedindo mais segurança.

Texto: Paulo Tertulino

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