Festival reúne grande público fã de cervejas artesanais

festival02O espaço inferior do Eden Beer destinado a eventos ficou pequeno para o público que foi na primeira edição do Festival de Cerveja de Maringá. O evento na tarde do último sábado (23) reuniu quase 800 pessoas que consumiram em torno de 1,6 mil litros de cervejas artesanais de 26 cervejarias do Paraná, sendo 45 rótulos diferentes em 32 tipos de cerveja. “Foi zero de confusão e não tivemos nenhum problema médico”, anuncia o cervejeiro e um dos organizadores, David Redmerski Junior, 43 anos.

Quem participou da organização teve pouco tempo para aproveitar. Era uma correria pra lá e pra cá, verificando situações que iam surgindo e a preocupação em bem servir os sedentos pelas cervejas paranaenses. “O festival foi um sucesso geral, de críticas e de cervejas”, avalia o cervejeiro Rodrigo Frigo, da Cervejaria Araucária, que alternava atendimento abastecendo os copos e resolvendo demandas do evento.

A Associação das Microcervejarias do Paraná – Procerva já está bem organizada com reuniões e eventos reunindo cervejeiros paranaenses. Em Maringá, um grupo de aproximadamente 50 pessoas se reúne mensalmente na Confraria dos Cervejeiros Artesanais do Norte e Noroeste do Paraná para apresentar suas produções caseiras. E, dessas reuniões, já saíram rótulos que hoje são vendidos em bares locais. O grupo também já promoveu brasagens públicas e cursos. Também há cervejeiros regionais em Londrina, Campo Mourão e Arapongas.

O sucesso do primeiro festival já encaminha para tornar o evento anual, com algumas adaptações no formato visando um público maior ainda daqui para frente e tornando cada vez mais comum termos como Indian Pale Ale, Witbier, Lager, Stout, Dunkel, Porter, entre outros. “Também vamos reunir as cervejarias de Maringá e região para fazermos outros eventos menores”, comenta David Redmerski Junior, que participou do festival com três rótulos da cerveja RedCor.
Ele explica que parte do dinheiro arrecadado com o festival deve ser investida num núcleo para organizar as cervejarias da associação e na viabilidade dos eventos.

Texto e fotos: Andye Iorefestival01

 

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Festival reúne grande público fã de cervejas artesanais

festival02O espaço inferior do Eden Beer destinado a eventos ficou pequeno para o público que foi na primeira edição do Festival de Cerveja de Maringá. O evento na tarde do último sábado (23) reuniu quase 800 pessoas que consumiram em torno de 1,6 mil litros de cervejas artesanais de 26 cervejarias do Paraná, sendo 45 rótulos diferentes em 32 tipos de cerveja. “Foi zero de confusão e não tivemos nenhum problema médico”, anuncia o cervejeiro e um dos organizadores, David Redmerski Junior, 43 anos.

Quem participou da organização teve pouco tempo para aproveitar. Era uma correria pra lá e pra cá, verificando situações que iam surgindo e a preocupação em bem servir os sedentos pelas cervejas paranaenses. “O festival foi um sucesso geral, de críticas e de cervejas”, avalia o cervejeiro Rodrigo Frigo, da Cervejaria Araucária, que alternava atendimento abastecendo os copos e resolvendo demandas do evento.

A Associação das Microcervejarias do Paraná – Procerva já está bem organizada com reuniões e eventos reunindo cervejeiros paranaenses. Em Maringá, um grupo de aproximadamente 50 pessoas se reúne mensalmente na Confraria dos Cervejeiros Artesanais do Norte e Noroeste do Paraná para apresentar suas produções caseiras. E, dessas reuniões, já saíram rótulos que hoje são vendidos em bares locais. O grupo também já promoveu brasagens públicas e cursos. Também há cervejeiros regionais em Londrina, Campo Mourão e Arapongas.

O sucesso do primeiro festival já encaminha para tornar o evento anual, com algumas adaptações no formato visando um público maior ainda daqui para frente e tornando cada vez mais comum termos como Indian Pale Ale, Witbier, Lager, Stout, Dunkel, Porter, entre outros. “Também vamos reunir as cervejarias de Maringá e região para fazermos outros eventos menores”, comenta David Redmerski Junior, que participou do festival com três rótulos da cerveja RedCor.
Ele explica que parte do dinheiro arrecadado com o festival deve ser investida num núcleo para organizar as cervejarias da associação e na viabilidade dos eventos.

Texto e fotos: Andye Iorefestival01

 

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