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17 de outubro de 2017

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Beto Nabhan pretende melhorar a gestão da confecção

Publicado em 4 de outubro de 2016

beto-nabhan01O prefeito Claudemir Bongiorno foi reeleito, mas Cianorte terá um novo vice-prefeito a partir de 2017. O empresário Alberto Nabhan (foto) apresenta a experiência familiar de aproximadamente 50 anos trabalhando com comércio e confecção na cidade. Com o grupo Be Eight são quase 20 anos levando o nome da cidade para outros estados com grifes que empregam aproximadamente 700 funcionários. O que garante novas iniciativas na gestão público com foco no vestuário. “Vamos na infra-estrutura que a cidade tem e trazer um pouco mais de gestão para dentro das confecções”, anuncia Nabhan.

Beto Nabhan é formado formado em Ciências Contábeis e tem grande experiência em gestão e associações, apesar dessa ser a primeira vez que ele disputa uma eleição política. Entre suas experiências fora dos negócios da família estão o Sindicato das Indústrias do Vestuário de Cianorte (Sinveste), a Feira Atacadista de Moda Pronta Entrega (Expovest), a Associação de Confeccionistas de Cianorte, entre outros.

A expectativa do setor de confecções é grande por ter no gabinete do Paço Municipal um empresário que pode melhorar e desenvolver o trabalho das indústrias e marcas cianortenses. Confira entrevista com o vice-prefeito eleito Beto Nabhan:

FOLHA DE CIANORTE – Que avaliação você faz entrando na campanha e já sendo eleito vice-prefeito?
BETO NABHAN – Entrar com o Bongiorno nessa empreitada pra mim foi importante demais. E nós mostrarmos o que ele fez nesses quatro anos foi o que fez a eleição ser um pouco mais tranquila. A minha entrada, com certeza, trouxe essa responsabilidade, da família, das confecções e do que fazemos fora da política. E eu entrei de cabeça, acreditei no projeto, no que ele fez nesses quatro anos. E conhecendo melhor ele nesses 60 dias que andamos juntos, tenho certeza que ele como gestor importante que ele é e nós também como gestores importantes que somos na nossa area, vamos fazer a diferença juntos para a cidade. E quem vai ganhar com isso é a população.

O que fez com que você aceitasse o desafio de ser vice-prefeito de Cianorte?
Primeiramente, foi a confecção. É a area que trabalhamos há 30 anos. Sabemos que o Bongiorno foi um gestor importante para a confecção também, passou muitos recursos para nós. Mas, reconheço que com uma pessoa como eu que conheço a confecção, do chão de fábrica até as equipes de comercial e venda, eu tenho certeza que vamos achar recursos e meios para que possamos melhorar ainda mais a nossa confecção. Porque ela precisa de ajuda. Ela já passou pelo pior da crise e estamos saindo dela em 2016. E em 2017 eu vou me dedicar e vou honrar tudo aquilo que as confecções vieram conosco. A minha família também foi importante demais, me incentivou a entrar na política porque entendeu que é a hora da família participar. Vamos devolver um pouco para a comunidade aquilo que Deus nos deu. Graças a Deus não dependemos disso, eu não precisaria estar aqui. Estou aqui pelo objetivo de fazer a cidade crescer, de levar a confecção novamente a fazer de Cianorte ser a capital do vestuário.

Você já parou para pensar na mudança de sua rotina em relação à família e ao trabalho, para trabalhar na prefeitura?
Sim, venho pensando … somos em três irmãos e dois sobrinhos. Devemos reformular a nossa diretoria e ver que forma vamos trabalhar para termos espaço para o trabalho. E eu quero ter essa responsabilidade junto com meus irmãos, com meus pais, minha esposa, meus filhos e com todos que estão junto conosco para podermos encarar isso. Tenho certeza que vamos achar o caminho certo.

A confecção em Cianorte vive ciclos de altos e baixos. O que você gostaria de implantar, sabendo quais são as carências do setor e que você poderia fazer?
O principal de tudo é mexermos na nossa infra-estrutura que a cidade tem. Ver o que a confecção pode melhorar com um desenvolvimento melhor do nosso produto. E trazermos um pouco mais de gestão para dentro das confecções que não tem. É fazer com que essas pequenas confecções também alcancem esse mercado de trabalho. Porque se você pegar confecções maiores, estamos crescendo entre 5 e 10% ao ano. Então, precisamos que essas pequenas empresas também acompanhem o que estamos fazendo para elas também poderem dar esse salto para melhor. E fazer com que as confecções de Cianorte abram postos de venda nas unidades de shoppings que temos aqui.

Texto e foto: Andye Iore / Folha de Cianorte

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About the author /


Jornalista formado em 2002 pelas Faculdades Maringá, com especialização em Comunicação e Educação. Já foi correspondente regional da Gazeta do Povo, trabalhou no O Diário (de Maringá), rádio CBN Maringá, coordena o projeto cultural Zombilly, entre outros.

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