Exposição de moedas brasileiras termina nesta semana


Cédulas que circularam do período imperial à atualidade ficam disponíveis no saguão do Paço Municipal até sexta-feira (14)

Os interessados pela memória do país e que adoram curiosidades, não podem deixar de conferir a exposição “História do Brasil: do colonial ao real”, que acontece até esta sexta-feira (14), no saguão do Paço Municipal Wilson Ferreira Varella.Por lá, estão expostas mais de 90 cédulas que circularam pelo território nacional em diferentes períodos. Elas pertencem ao acervo pessoal do colecionador cianortense Valdinei Pereira dos Santos e estão disponíveis para a apreciação gratuita durante o horário de expediente – das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.

Entre os 96 exemplares dispostos, há diferentes padrões monetários, como o cruzado, cruzeiro, cruzado novo e cruzeiro real, e ainda raridades, como as cédulas bônus das Revoluções de 1930, que pôs fim à República Velha, e de 1932, que exigia Assembleia Constituinte, novas eleições e o fim do governo provisório. “Certamente, quem passar por ali terá sua curiosidade despertada, o que fará com que busque informações sobre os assuntos, obtendo, assim, novos conhecimentos”, argumenta o colecionador quanto à importância da exposição.

“O dinheiro do nosso país é uma forma eficaz de ampliarmos a compreensão acerca de uma série de fatores, como a forma de governo, a língua, a religião, os governantes e a situação econômica. Por isso a relevância dessa mostra, principalmente nesse mês, em que relembramos a Independência do Brasil,”, salienta Silvana Camargo, chefe da Divisão de Cultura, que é o órgão da Prefeitura que apoia a realização da mostra.

O COLECIONADOR

Valdinei trabalha como professor de Karatê no município e adotou a numismática – ciência que estuda as cédulas e as moedas – como um hobby recentemente. “Há dois anos ganhei uma moeda diferenciada e isso me fez procurar mais sobre elas. Comecei a adquirir outras diferentes e também cédulas. Nunca mais parei”, recorda. Atualmente, sua coleção é repleta de itens raros, adquiridos, em grande parte, durante leilões que participa na internet. “Cheguei a pagar R$ 450 em uma moeda”, conta. “Se eu as vendo? Jamais! Para mim, elas não têm preço”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura de Cianorte

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